Candidata cotista reintegrada à lista de aprovados do concurso do TRF

Nosso escritório atuou com destreza no caso de uma candidata que se inscreveu no concurso público realizado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF1, para o cargo de Analista Judiciária. No ato de inscrição, a candidata optou pelo sistema de cotas raciais, porém ao ser submetida ao procedimento de verificação foi eliminada do concurso por não ser enquadrada pela banca examinadora do concurso como negra.  

Nossos especialistas atuaram provando que as tentativas de se distinguir pessoas pelos fenótipos são equivocados, já que os brasileiros são miscigenados e não há nenhuma norma ou mesmo literatura que define quais são as características que tornam uma pessoa de cor preta ou parda. Em virtude disso, foi provado que o candidato está apto a concorrer pelos critérios de cotas, pois se há qualquer tipo de erro, o erro é da norma e não daquele que se autodeclara negro, de cor parda.

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